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Primeiras fotos dos bastidores de “The White Princess”

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Tão logo a STARZ anunciou a produção de The White Queen, já começaram as fotografias dos bastidores. Jacob Collins-Levy se juntou ao elenco para interpretar o paranóico rei Henrique VII, enquanto Jodie Comer interpreta a disposta rainha Elizabeth de York, e Essie Davis interpreta sua mãe, a rainha viúva Elizabeth.

A série contará a história que traça um dos momentos mais tumultuados da história britânica, exclusivamente do ponto de vista das mulheres que travaram a batalha para o trono inglês. A série continuará após The White Queen, quando após a morte de Eduardo VI, Elizabeth vê a queda de sua família e sua fé se sustenta no menino que ela acredita ser o príncipe Ricardo. Michelle Fairley interpretará Margarer Beaufort, Suki Waterhouse foi escalada para interpretar Cecily de York.

O drama terá oito episódios, será digido pela escritora Emma Frost, a mesma de The White Queen, que também serve como showrunner e produtora executiva.

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Jodie Comer como Elizabeth de York;

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Jacob Collins-Levy interpreta Henrique Tudor

Jodie Comer foi vista em uma barcaça

Jodie Comer foi vista em uma barcaça

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Philippa Gregory se diz decepcionada com as falhas na adaptação do filme “A Outra”

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Depois de ter ficado decepcionada com a adaptação de seu romance “A Irmã de Ana Bolena” para o filme de mais 70 milhões de libras “A Outra”, de 2008 e estrelado por Natalie Portman e Scarlett Johansson, Philippa Gregory pretende agora estipular em todos os futuros contratos com estúdios de cinema que as adaptações cinematográficas de seus livros “não alterem a história”.

Falando para o público no Festival do Livro de Edimburgo em 15 agosto, ela disse que teve diversos problemas para “acertar o romance” e que ficou furiosa com as alterações feitas para o filme. As imprecisões históricas do filme foram destacadas diversas vezes durante a sua estréia, no entanto, o próprio livro de Philipa Gregory sugere que Ana pediu a seu irmão para ajudá-la a engravidar – enquanto o filme mostra Ana Bolena grávida depois de ser estuprada pelo rei.

filmeCriticando a adaptação de seu best-seller, ela disse:

“Deixe-me assegurar-lhe que, quando os produtores colocaram £ 72 milhões em sua produção, eles não vão parar se eu disser: “Aquele capelo não está certo”. Eles vão te dizer “obrigada querida, tome outra taça de champagne”. Uma vez que você está em uma grande, grande, massiva e cara produção como essa, a sua importância e interesse diminui provavelmente de forma proporcional. Então, eu estava 72 milhões de vezes menos importante do que era no início de tudo isso”.

No entanto, em uma entrevista de 2008 para o site Vulture, logo após o lançamento do filme, Gregory afirmou que era um ‘consultora no filme’ e que se dava ‘muito, muito bem com Peter Morgan. Conversamos por todo o caminho da adaptação, especialmente sobre a língua – o que as pessoas diriam e não diriam – e sobre o que teria sido possível e, provável, na sociedade Tudor”. A autora ainda chegou a afirmar que seu livro de ficção sobre Maria Bolena era “a coisa mais próxima de uma biografia de Maria Bolena atualmente”. A autora se contradiz ainda mais se compararmos um artigo que ela mesma escreveu para o jornal The Telehraph, em que ela disse que

“A minha versão da história de Maria Bolena é a minha releitura de uma vida que eu comecei a descobrir na Biblioteca de Londres, há nove anos. Por isso, não me perturbo minimamente que o filme não seja uma transição fiel do romance. O diálogo do romance não se tornará o roteiro do filme, a narrativa não se tornará a história. Esse filme, como qualquer outro, deve ser um trabalho que está sozinho, em seu próprio direito”.

Com 62 anos, a autora diz agora que pensará duas vezes antes de vender seus direitos de adaptação no futuro.

“O que eu faço agora, é especificar no contrato que eles não poderão alterar a história porque me aflige tanto quando eu estou tentando defender a história no filme, quando eu já tive tantos problemas pra defender a história no livro”.

Estrelado por grandes atrizes e atores de Hollywood, “A Outra” recebeu mais de 58 milhões, mais do que o dobro do seu orçamento de 27 milhões de libras. Após o lançamento da produção, o roteirista Peter Morgan disse que usou o romance de Gregory como uma forma de ‘orientar’ o seu script. Isso significa que muitos elementos do livro foram eliminados, diminuídos ou alterados – como a cena em que Ana ‘rouba’ o filho de Maria para surpreender o rei, que foi filmada mas deletada na edição final; e mostrando Maria adotando Elizabeth no final da trama. Além disso, Elizabeth Bolena, mãe das irmãs, é quase o oposto do que retratado no livro.

Fontes: Vulture, The Telegraph, Daily Mail.

 

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Seria Elizabeth Taliboys filha de Henrique VIII?

Henrique VIII, por artista desconhecido, cerca de 1519-1520É bem conhecido que Elizabeth ou Bessie Blount foi a mãe do filho reconhecidamente legítimo de Henrique VIII, Henrique Fitzory, Duque de Richmond e Somerset. O que é menos conhecido é que Bessie deu à luz a uma filha pouco depois do nascimento de Henrique Fitzory, o que nos faz pensar se esta filha, chamada Elizabeth Tailboys, era também filha do rei.

Quando Elizabeth tornou-se amante de Henrique VIII é incerto. O fato é que Bessie ficou grávida e teve um filho em 1519, provavelmente em 16 de junho. O Cardeal Wolsey arranjou para que Elizabeth fosse viver em Jericó Priory, em Blackmore, Essex. O rei a visitava frequentemente, assim como a seu filho, e se tornou piada entre os cortesões da corte que o rei tinha ‘ido para Jericó’. Em 1522, Elizabeth foi substituída nos afetos do rei por Maria Bolena.

Embora o rei tivesse planos para o seu filho, eles não incluíam sua mãe. Wolsey arranjou para que Elizabeth se casasse com Gilbert Talboys. Se Elizabeth Tailboys era de fato filha do primeiro marido de Bessie, Gilbert, seus pais deveriam ter se casado na semana do nascimento de Henrique Fitzory. Embora a historiadora e escritora Elizabeth Norton afirme que eles só se casaram em 1523, existem evidências de que eles certamente estavam casados em junho de 1522.

O rei Henrique VIII deu uma atenção especial a Elizabeth ao longo de sua vida, principalmente sobre decisões sobre casos judiciais, onde ele protegeu seus interesses financeiros. Durante uma viagem para o norte em 1541, Henrique passou a noite de 13 de outubro na casa de Elizabeth Tailboys e seu primeiro marido, Thomas Wymbish, um casamento vantajoso que também foi arranjado pelo rei.

Um documento de 2 de dezembro de 1546, poucas semanas antes do nascimento do rei, contém detalhes de uma troca de terras entre o rei, Wymbish e Elizabeth no norte, troca essa que Wymbish declarou em uma carta que havia recebido terras, entre outros bens, ‘de presente e concessão do rei’.

Após a morte de Thomas, Elizabeth Tailboys se casou com Ambrosio Dudley, primo de Robert Dudley, o cortesão favorito da Rainha Elizabeth I. De acordo com Elizabeth Norton, seria improvável que Elizabeth conseguisse um casamento tão prestigiado: embora razoavelmente rica, Ambrosio era muito mais poderoso e importante. Entretanto, antes de outubro de 1554, quando Ambrosio ganhou o título de Conde de Warwick, ele era apenas o segundo filho da família, seu irmão John, Conde de Warwick, ainda estava muito vivo. Ao invés do herdeiro, Elizabeth, uma baronesa em seu próprio direito, e com posses, teve um casamento realmente vantajoso.

Agora se Ambrosio tinha feito um casamento vantajoso, é outra questão, pois ela era uma década mais velha que seu marido. Eles não tiveram filhos, mas em 1555, Ambrosio foi libertado da Torre de Londres depois que Elizabeth escreveu uma petição o rei Felipe, o que é notado como um sinal de sua ascendência real e seu ‘nível incomum de acesso à realeza’. No entanto, normalmente é ignorado o fato de que os outros irmãos Dudley tinham sido libertados algumas semanas antes.

A historiadora Elizabeth Norton, que estudou em Cambridge e Oxford, disse:

“Se Henrique a tivesse reconhecido, ele teria mudado todo o curso da história britânica. Besie Blount é amplamente conhecida por ter sido amante de Henrique, e la já era mãe do seu filho reconhecido, Henrique Fitzroy. Mas eu acredito que as provas e datas tornam provável que ele também era o pai de sua segunda filha, Elizabeth. Tanto quanto sabemos, ela foi concebida cerca de três anos antes de ela conhecer seu marido, Gilbert Tailboys, que viria a dar a ela seu sobrenome. Naquela época, Henrique estava hospedado na mesma área que Bessie, vivendo cerca de dez milhas longe dela durante todo o verão. Simplificando, sabemos que ele estava dormindo com ela. Além das datas de concepção, também há evidências legais que Henrique teve um interesse pessoal nos assuntos de Bessie e Elizabeth. Teria sido muito estranho para um rei tomar tal interesse em uma menina com um título relativamente menos que o seu. É altamente provável que ela fosse filha do rei, mas por ela ser uma menina, era de pouco significado para ele – o rei não tinha motivos para reconhecê-la como fez com seu irmão. Se ele a tivesse reconhecido, ele teria que colocá-la na sucessão junto de suas outras duas filhas ilegítimas, Maria e Elizabeth. Isso só resultaria em mais problemas para Henrique. Ao incluir dois filhos ‘ilegítimos’ na sucessão mas não uma terceira sugeria que algumas de suas filhas ilegítimas eram talvez menos ilegítimas do que outras – uma questão política que o rei não tinha vontade de fazer”.

No terceiro ato de Sucessão de 1543, é afirmado que Eduardo, Maria e Elizabeth foram os únicos herdeiros legais de Henrique. Mesmo que Elizabeth Tailboys, ou qualquer outro bastardo fosse reconhecido, eles provavelmente não teriam sido capazes de suceder o trono, pois estes não teriam sido reconhecidos por lei. Henrique não previu que Maria ou Elizabeth pudessem chegar ao trono, mas nomeou-as como suas herdeiras para manter o trono nas mãos dos Tudor caso alguma coisa acontecesse com Eduardo. Mesmo a escolha das irmãs Grey a serem nomeadas herdeiras depois de Maria e Elizabeth iriam manter o trono nas mãos dos descendentes legais de Henrique VII.

Henrique tinha o poder, como a maioria dos reis, de escolher reconhecer ou não sua prole ilegítima. Enquanto Maria e Elizabeth tinham sido declaradas ilegítimas pelo Rei e seu Parlamento, o fato é que o rei esteve, em algum momento, casado com suas respectivas mães e que ambos eram suas herdeiras legítimas em algum ponto em suas vidas. Mesmo depois de ter-lhes declarado ilegítimas, ele ainda as reconhecia publicamente como suas filhas, e com exceção de Henrique Fitzroy, ele nunca reconheceu qualquer filho de suas amantes.

Maria I e Elizabeth I só foram capazes de tomar o trono e mantê-lo porque várias facções dentro do governo, assim como o povo inglês, sabiam que ela eram filhas do rei, e muitos tiveram, em algum momento ou outro, jurar reconhecê-las como suas herdeiras. Esta ‘outra’ Elizabeth não se beneficiou com qualquer juramento ou reconhecimento, e em nenhum momento Henrique a declarou como sua filha. Ela pode muito bem ter sido sua filha, mas como ele nunca se casou com sua mãe e nem tinha intenções de se casar com ela, então não havia a necessidade de reconhecer essa criança.

Henrique também pode ter escolhido não reconhecer Elizabeth Tailboys por causa da perceptível desaprovação pública sobre Fitzroy, assim como a reação da Rainha sobre o bastardo, as considerações sobre as despesas que um novo filho do rei traria, assim como o fato da criança ser uma menina. Não existe nenhuma maneira que a filha de Bessie Blount pudesse ter entrado na linha de sucessão, a menos que Henrique Fitzroy se tornasse rei e a linha de sucessão fosse alterada.

É interessante observar quantos filhos ilegítimos Henrique VIII pode ter tido, mas imaginar que qualquer um deles poderiam reivindicar o trono legalmente é levar as coisas muito longes: ser herdeiro do trono da Inglaterra é muito mais difícil e complicado do que ser o filho ou filha do rei da Inglaterra.

Bibliografia:
Elizabeth BLOUNT‘. Acesso em 2 de Março de 2013.
Discussion on Elizabeth Norton’s Elizabeth Talboys claim‘. Acesso em 2 de Março de 2013.
Henry VIII had a secret daughter who should have taken English throne before Elizabeth I, historian claims‘. Acesso em 2 de Março de 2013.
Was Elizabeth Tailboys the Daughter of Henry VIII‘. Acesso em 2 de Março de 2013.
Royal Blood! So What?‘. Acesso em 2 de Março de 2013.
Henry VIII’s and Elizabeth Blount’s Daughter‘. Acesso em 2 de Março de 2013.

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Retrato da Armada de Elizabeth I é comprado dos descendentes de Sir Frances Drake e agora pertence à Grã-Bretanha

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Um dos mais famosos retratos da História britânica, mostrando uma elegante e triunfante Elizabeth I, após a derrota da Armada Espanhola, foi comprado para a Grã-Bretanha depois de uma longa campanha de angariação de fundos a nível nacional.

A Heritage Lottefy Found, que doou 7 milhões de libras, usando o dinheiro de jogadores da loteria, foi a peça final da campanha que queria levantar 10,3 milhões de libras para comprar o retrato, conhecido da Armada, que pertencia aos descendentes de Sir Frances Drake e ficava em sua coleção privada.

O retrato irá primeiro para a coleção nacional dos museus reais de Greenwich – Royal Museums Greenwich (RMG), e depois irá para a Queen’s House, que será inaugurada em Outubro desse ano depois de uma grande restauração. Uma das imagens mais conhecidas da História britânica, Sir Peter Luff, presidente da Heritage Lottery Fund, doisse que é uma “magnífica obra da nossa herança nacional”,

“um ícone histórico convincente, ilustrando o conflito decisivo, inspirando a liderança feminina, potência marítima e o surgimento da idade de ouro elisabetana. Esta imagem têm moldado a nossa compreensão da Gloriana, a Rainha Virgem, por mais de 400 aos, e estou muito contente que agora ela terá um lar apropriado e permanente em Greenwich”.

Pintado por um artista desconhecido por volta de 1590, homenageou um dos mais famosos conflitos da história britânica: a frustrada invasão da Inglaterra pela Armada Espanhola, a superpotência européia do século XVI. Atrás de Elizabeth, como se oculto por cortinas, é possível ver a frota inglesa se preparando para a batalha e a espanhola derrotada e naufragada.

Existem diversas cópias do retrato da Armada, e este especificamente pertencia a Francis Drake, um dos principais membros da corte de Elizabeth e era um dos que estavam no comando da Armada. Pelo menos desde 1775, o retrato esteve na posse de seus descendentes e, embora tenha sido emprestado regularmente para exposiçõe,s durante muito tempo o quadro esteve pendurado em uma lareira da casa de campo Shardeloes, construída em Buckinghamshire no final do século 18 por William Drake.

Fonte: The Guardian

 

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Ana de Cleves queria se casar novamente com Henrique VIII após o divórcio?

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Na ficção, tanto nas adaptações televisivas quanto nos romances Ana de Cleves é retratada como uma mulher rica, feliz e solteira após o divórcio com Henrique VIII. Mas uma faceta dessa rainha que não é muito comentada é que, após a separação, Ana ainda tinha esperanças de se casar novamente com o rei. Ela tinha mudado: sem sofrer pressões dentro e fora da corte, Ana passou a beber e comer mais, a gostar de dança e música, além de falar o inglês muito melhor do que antes.

Sendo retratada sempre como uma mulher bondosa e paciente quando foi substituída por Catarina Howard, o fato é que Ana ficou muito feliz com a queda e execução de Catarina. As próprias damas de Ana confirmavam seus pensamentos: “O quê! Será que Deus está trabalhando para fazer de lady Ana de Cleves rainha outra vez?”, disse uma delas. O senso comum era que era “impossível que uma rainha tão boa quanto lady Ana fosse tão desprezada assim”. Ana também era elogiada pelo embaixador francês, pois ela tinha tido uma “rara” paciência em uma difícil situação e nunca disse uma só palavra “pela qual se pudesse supor que estivesse contrariada”.

O apoio que Ana tinha não era apenas na Inglaterra. O embaixador inglês em Paris enviou a Henrique VIII uma publicação anônima francesa que condenava as medidas impostas a Ana de Cleves. O folhetim tinha sido escrito por John de Luxemburgo, Abade de Ivry, provavelmente visando provocar problemas entre a Inglaterra e os alemães protestantes. Apesar disso, um enviado do ducado de Cleves também persistia em levantar a questão de uma reconciliação entre o rei e a ex-rainha.

O Arcebispo Cranmer achava estranho que Ana quisesse ser aceita de volta, pois assim perturbaria a sucessão – por causa do contrato prévio de Ana de Cleves com o Duque de Lorena e a dissolução do casamento com o rei, qualquer filho que eles tivessem caso se casassem novamente seria considerado ilegítimo. O próprio rei falou publicamente sobre os rumores: a sua “irmã” não seria recolocada na cama real, pois “o que foi feito teve por base um grave motivo, independente do que o mundo alegasse” – ou seja, o divórcio de Ana e Henrique aconteceu por causa da consciência do rei, e não porque ele estava apaixonado por outra mulher.

Ana de Cleves não se casou novamente, nem com o rei e nem com qualquer outro homem. Se essa era ou não a vontade Ana, o fato é que ela teve grande prazer em ver a morte de sua sucessora, e ficou desgostosa quando soube que o rei se casaria com Catarina Parr. Conta-se que ela teria reagido à notícia do sexto casamento do rei com a observação: “A Senhora Parr está tomando um grande fardo para si mesma”; e que exclamou que Parr “estava longe de ser tão bonita quanto ela”. Ainda há quem escreva que Ana de Cleves se sentiu tão humilhada com o novo casamento do rei com Parr que precisou de tratamento médico para melancolia.

Bibliografia:
BILYEAU, Nancy. “Seven Surprising Facts About Anne of Cleves“.
FRASER, Antonia. As Seis Mulheres de Henrique VIII. Tradução de Luiz Carlos Do Nascimento E Silva. Rio de Janeiro: BestBolso, 2010.
Weir, Aliso. The Six Wives of Henry VIII .United Kingdom: Vintage, 2007.

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Monges visitam as ruínas da Abadia de Yorshire, após ter sido destruída em 1538

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Dois monges, Jospeh e Bernard, visitaram as ruínas da Rievaulx Abbey, perto de Helmsley, no norte de Yorkshire. Ela foi uma das abadias mais ricas e espiritualmente significativas da Inglaterra, antes de ter sido destruída sob as ordens do rei Henrique VIII e de Thomas Cromwell em 1538.

Como sabemos, através de duas resoluções parlamentares Thomas Cromwell transferiu as propriedades das abadias, igrejas, mosteiros e seus bens da Igreja Católica para aos mãos da coroa inglesa. Estas expropriações deram ao governo inglês uma receita extraordinária e inesperada, sem precisarem recorrer a medidas profundamente impopulares, como aumentar aos impostos.Cistercian Monks Return To The Ruins Of Rievaulx Abbey

Fundada em 1132 por doze monges da Abadia de Clairvaux, na França, a Rievaulx logo foi considerada uma das maiores abadias britânicas. Em seu auge, 650 pessoas trabalhavam e viviam nela, incluindo monges e outros funcionários associados à manutenção das atividades monásticas. Em 1538, foi reportado que viviam 21 monges e 102 funcionários na Abadia, e em 3 de Dezembro de 1538 Henrique VIII ordenou que todos deixassem o edifício.

Atualmente, um museu está instalado na Abadia, liderada pela English Heritage – uma empresa/instituição que é responsável pela preservação de mais de 400 sítios históricos em toda a Inglaterra. Dr. Michael Carter, um historiador do English Heritage, disse:

“A Rievaulx Abbey é uma das abadias mais importantes na Inglaterra – e uma das mais bonitas. Era um lugar de grande significado espiritual para o país – dois de seus abades eram venerados como santos […] Nosso novo museu agora faz justiça a toda história da abadia, apresentando seus artefatos mais importantes, muitos dos quais nunca foram vistos antes”.

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Fonte: Daily Mail, Aleteia, Wikipedia.

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